Tratando para não piorar
A predisposição genética a algumas doenças tem sido a justificativa para o fato de certas pessoas desenvolverem um quadro de enfermidade e outras não. No caso da artrite, especificamente a osteoartrite, possivelmente o doente tenha a fragilidade nas cartilagens herdada geneticamente, ficando expostas mais facilmente ao desgaste natural pela mobilidade cotidiana.
Tanto a osteoartrite, conhecida popularmente como artrose, quanto a artrite reumatóide (artrite atrófica) não tem cura. Todavia, terapias alternativas podem atenuar a situação. Para isso é preciso muita disciplina, se privando de certos gêneros alimentícios e agregando outros religiosamente ao cardápio semanal, fazendo uso de alimentos específicos, predeterminados com dosagens diárias e, além disso, exercitar terapeuticamente as articulações afetadas.
Não obstante, uma questão importante tem que ser levantada. Que recomendação se deve dar quanto ao peso do paciente? Para a osteoartrite, qualquer excedente é prejudicial, pois implica em desgastes nos joelhos e nos quadris, regiões de suporte que são mais afetadas. Dessa forma, é mais recomendável a perda de peso (Calcule seu IMC na barra lateral) e a realização de exercícios físicos, que além de colocar o corpo em forma, estimula a lubrificação nas juntas.
A parceria com um professor de educação física poderá render devidas instruções de exercícios. Já em relação à artrite reumatóide, isso não será preciso, pois ela provoca o emagrecimento do enfermo, devido à falta de apetite, dor crônica, depressão ou anemia. Sendo assim, se faz necessário complementar a alimentação com suplementos de preferência naturais, devida a falta de efeitos colaterais. Assim, solicite ao seu nutricionista a recomendação deles.
Suplementos naturais à base de produtos da colméia, como geléia real e pólen, podem reverter o quadro de desnutrição, principalmente quando associados ao consumo de misturas em pó nutritivas e fontes de vegetais frescos como a clorofila. Acrescenta-se a isso a vantagem de não apresentarem efeitos colaterais, desde que sejam realmente 100 % in natura. Fique atento, pois alguns produtos no mercado se dizem naturais, mas nem todos os seus componentes são produzidos por agricultura genuinamente orgânica.
Se com todas essas dicas, você ainda assim se julgue uma pessoa indisciplinada para tratamento dietético, pode recorrer a remédios de farmácia, com o devido consentimento de seu médico. Existem na indústria farmacêutica produtos que produzem alguns resultados. Porém de nada adianta usá-los se o paciente tiver mal hábitos alimentares e de saúde.
Mas vale lembra que para todo remédio possui um grupo de pacientes impossibilitados de seu uso. Nessa ótica, não
perca de vista se seu organismo tenha hipersensibilidade a algum componente ativo do medicamento. Caso não exista a alergia, há a possibilidade de algum efeito colateral. Se ainda assim é preferível os efeitos da medicação em comparativo aos sintomas da doença, vale ressaltar a dependência que você terá do remédio, em função da incurabilidade da enfermidade.
Enfatizamos que o custo da manutenção por esse meio de tratamento pode ser alto e não promover os resultados que tanto se deseje. Logo é preferível outros meios para amenizar o problema. Enfim, não se automedique, qualquer que seja a sua escolha, deve ter respaldo em prescrição médica.
Portanto, uma alimentação saudável deverá ser o caminho inevitável a seguir para quem quer ter qualidade de vida. Uma vez que você reveja seus hábitos alimentares, faça o tratamento por dieta e realize atividades físicas, poderá até escolher se fará ou não uso de medicamentos conforme orientações médicas, visto que eles passarão a ter efeitos secundários e sua eficácia será potencializada por aquilo que você comer e pelas ações físicas desenvolvidas no dia a dia.
Dessa maneira, passará a conviver com a doença como se ela não existisse mais. Contudo, faça isso o quanto antes, pois problemas articulares tendem a piorar com o tempo se não forem tratados. No entanto isso só depende de você. Força de vontade é tudo. Mude seu estilo de vida. Seja saudável.
Bibliografia
Alimentos Saudáveis, Alimentos Perigosos – Rio de janeiro: Reader’s Digest do Brasil Ltda, 2003;
WOLFE, Deborah – Literatura de Apoio – Produtos e informações – Artigo.





Pingback: Cálcio nosso de cada dia | Aloelive